terça-feira, 7 de janeiro de 2025

CORPO.ROSA MARIA DAOLIO


um corpo,um perfume no ar, como vibrar novamente

se a cabeça aquiriu um espectro sofrêgo...

vou reabilitar um desejo, quiça um novo florir

como as flores de janeiro a janeiro , verão 

as espectativas inundadas pelas águas limpida

 crer numa dimensão  à implicar 

a saúde desse retrato  como uma inspiração.

a morte se julga perene 

e a natureza solta seu aroma

discreta é a atitude que ronda na noite,

 sopra um vento que reduz a temperança

 assim, é o invadir do pensamento

perdura, as vezes sonha e imagina e se integra à vingar

 o solitario imerso num rio de lágrimas.

enfim o amanhecer acontece querendo

arrebatar a culpa, sugere o perdão,

 e os sentimentos na claridade do dia 

 com sorrisos em mistura do racional à alteração da emoção.


 rosa