Nem posso acreditar o possível,
eu de volta ao subterrâneo,
e o amor é tão longe ...
num sábado a noite danço ao som de enredos,
vagueio nas lembranças ...
e o que dizer a rodopiar com meus santos presentes,
conserve -me nesse santuário de questões sem respostas,
agite-me nesse normal das minhas existências,
e que o poder do afago no meu corpo solidão ,
traga-me um trago desse abstrato fervor,
que a mente alimente o gozo ,
necessito sentir a libido, antes que se ausente meu tom...
De subterrâneo eu entendo, as marcas variam em brilho e cor
e o perfume invade meu pulmão, dilacera Minh 'alma.
Pouco sei do resultado de toda a amplitude desse desiquilíbrio,
a parte bonita do reparo é o que aparenta ser ,
nunca reflete a versão original.
poetriz rosa
