sábado, 21 de fevereiro de 2026

SUBTERRÂNEO

 Nem posso  acreditar o possível,

 eu de volta ao  subterrâneo,

e o amor é tão longe ...

num sábado a noite danço ao som de enredos, 

vagueio nas lembranças ...

e o que dizer a  rodopiar com meus santos presentes,

conserve -me nesse santuário de questões  sem respostas,


agite-me nesse normal das minhas existências,

 e que  o poder do afago no meu corpo solidão ,

traga-me um trago desse abstrato fervor,

que a mente alimente o gozo ,

necessito sentir a libido, antes que se ausente meu tom...


De subterrâneo eu entendo, as marcas variam em brilho e cor

 e o perfume invade meu pulmão,  dilacera Minh 'alma.


Pouco sei do resultado de toda a amplitude desse desiquilíbrio,

a parte bonita do reparo é o que aparenta ser ,

 nunca reflete a versão original.





poetriz rosa