Me vejo numa chapa quente,
a queimadura em rugas
lanço-me à gritar as dores,
enquanto aguardo, a penúria
se expande em saudade
de beijo , de abraço , de um corpo
colado num suor do sexo
junto ao meu liquefeito
depois de um mês ,
todas as lágrimas se apossaram de um único anjo a cantar,
dentro de mim, seu nome, Cherry !
E fora de mim a culpa rarefeita,
pois, as falhas são humanas, sou perfeito.
depois de um mês ,
corro a procurar um bem estar,
uma alegria que caiba numa troca de olhares...
eu numa conversa, com pronuncia suspensa;
foi mal meu Amor !
