Hoje vivenciei um momento genuíno, fui ver a saída da Caê na escolinha, é do maternal, antes mesmo da saída, rostos alegres de papais, mamães , vovós , uma tia avó que balbuciou: vim ver meu sobrinho neto, só ver... eu me senti representada, apenas fui ver...
Assisti emocionante o caminhar da professora com crianças, Caê num caminhar tranquilo, olhar na mesma intensidade, tranquila com sua mochilinha, enquanto ela observava o deslocar de coleguinhas nos braços de seus tutores.
Eu a chamei com certa distancia entre as grades, ela me reconheceu e me apontou: a nona ...eu num gesto de beijo, falei para ela aguardar o papai, depois sentadinha do lado da professora e de coleguinhas que aguardavam seus tutores.
Fiquei emocionada em ver tais cenas poéticas, composta de um momento
que separa o corre da vida e surge o presente, confesso que meus olhos marejaram, eu observei uma serenidade da espera de cada um para abraçar a sua criança e Dodô o papai de Caê não fugiu a regra.
Nem termino esse registro, pelo fato que desejo vivenciá-lo outras vezes, pois, cenas poéticas como essas nos devolvem a sabedoria do esperar, do proteger e da leveza da Vida !
poetriz rosa
