um corpo,um perfume no ar, como vibrar novamente
se a cabeça aquiriu um espectro sofrêgo...
vou reabilitar um desejo, quiça um novo florir
como as flores de janeiro a janeiro , verão
as espectativas inundadas pelas águas limpida
crer numa dimensão à implicar
a saúde desse retrato como uma inspiração.
a morte se julga perene
e a natureza solta seu aroma
discreta é a atitude que ronda na noite,
sopra um vento que reduz a temperança
assim, é o invadir do pensamento
perdura, as vezes sonha e imagina e se integra à vingar
o solitario imerso num rio de lágrimas.
enfim o amanhecer acontece querendo
arrebatar a culpa, sugere o perdão,
e os sentimentos na claridade do dia
com sorrisos em mistura do racional à alteração da emoção.
rosa

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