Minha narina vai até o frasco de perfume que ficou,
penso que quer resgatar a tesão e o fluxo das mãos,
os poros, enquanto a inalação ocorre, findam-se a uma sensação
que tudo cabe em mim, adquiro a força esquisita dormente,
a cozinha me atrae como visceras quais altero num bom cozimento,
e se de ímpeto me afeta, torno a decisão de planar até o chão...
Nem me privo das tarefas
eu sei que elas me salvam
da tempestade, é Yansa presente
nos dias de céu azul e sem a ventania
a juntar -me em braços num acalmo !
Pensei no passado recente e justifico meus erros,
tudo é a certeza que renasci neste momento para amar,
nem falta luz e a sombra é da árvore que plantei,
com isto é voar na solidão ...
poetriz rosa

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