Eu descobri que o fantasma que me assusta,
se inquieta na personagem protagonista,
ele cansa, arruína, de vez quando se levanta,
cresce, despenca, fina-se,
enquanto, o imaginario em mim atinge a máxima intensidade,
eu descobri que o fantasma defronta e me desorganiza,
apodera-se como molusco na concha sólida,
ao mesmo tempo que meu corpo estremece como solo arenoso,
nem sucumbi, nem arrisquei fazer o mesmo durante o período,
exponho no momento à abrandar na morada .
das duas e de várias ...poetriz rosa maria

Nenhum comentário:
Postar um comentário