Quando uma criança resolve, por princípios genuínos gostar de mim, fico eternamente sensibilizada, seguirá e passará, é o ciclo, no entanto o registro esta definido no coração que se aventurou nas fantasias, nos momentos do não, nos livros de leitura, qual nem tenho a sapiência da contação.
Quando as duas , criança e nona, resolvem, pela admiração enriquecer os vinculos com gritos de alegrias, a vida se reduz em premiação, nem importa o tempo, a idade e o gênero.
Depois é o vento que determina o voo de cada uma, esperançar é efeito e quisera eu, velhinha, assistir você adolescente vigorosa , adormecendo registros, surge o vislumbrar e já se apoderando de um futuro brilhante, ainda eu criança, lembrando rezar para o seu anjo de guarda.
Vagarosamente sairei da sua vida criança, pois, o tempo determinará o esquecimento natural , por experiência, fixam na memória, lembranças por vezes às versões diversificadas que, tornar-se-ão posse de cada uma de nós duas.
Interessa-me como sentimento da gratidão aos papais e vovó Queca que me acionam para viver o quanto me cabe, descubro que esta magia é natureza do efêmero.
Sinto -me feliz por participar com nascer (ser) com Madalena, criança mana de Caetana que por um movimento me escolheu como Nona !
poetriz rosinha


