debruço na taça com vinho,
lembranças do passado acionam delírios,
na sutileza de uma visita, retribuo com novas informações ,
eu nem posso degustar de movimentos, o acaso espera -me
numa condução elaborada.

uma taça com vinho ,
canções de um tempo de boates ,
lança-se a volúpia e decorre em meu corpo,
sutil é meu declínio na nuvem que cursa um sorriso,
a matriz do som sugere mais um aceno,
com as minhas mãos desfruto seu corpo digital,
como língua insana vibro dó ré mi , alcança meu despercebido...
rosa e maria

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