Lembro de um tempo , de todos os tempos ...
hoje o tempo é o mesmo , releva-se como de antes ,
as minhas opiniões,são perguntas consecutivas e eu no explicativo,
dissipo , nem entendo e concordo...
cansei, vou repousar num instante distante , vou revelar meu deserto à mim mesma , sem revelação sou mais fiel que a fidelidade compulsória.
Ademais, conseguirei prover a existencia de um fato e quem me acompanhar, quiça, valorize a minha presença em vida.
Sou independente , hoje sou dependente do vicio é a conseguência fundamental...
não tenho apoio,sim o desacordo das pessoas que acumulamente me necessitam, enfim, vou revelar um fato e sinto que arvoredos de decisões me impendem ao mesmo tempo.
Decido me acolher na fé , na insignificancia da revelação , pois quem determina a revelação , aparentemente precisa do suporte da socialidade.
Imagino, agora como sou suporte das iniciativas do outrem , manipula-me a falsa presente amante, enquanto isso sou vitima sem querer me expor.
Nunca neguei a presença do meu amor e atender o faria entender, valorizei sempre meu sentimento , sempre o valorizei.
Aquele que se diz revelado , no social me impede de o revelar , a síncope volta-se a mim , eu me disponibilizo à aceita-la.
Desejo aguardar os proximos momentos, nem quero rompimento , nem acerto , gostaria mesmo de continuar no respeito.
poetriz amina rosa

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